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Cake day: October 13th, 2023

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  • Existem várias camadas de restrições que as empresas usam:

    1- verificar se opções de desenvolvedor estão ativas 2- dependência de google play services -3 certificação da google play 4- google safetynet/play integrity 5- verificar bootloader destravado

    A 1 é simples, só desativar se um app pedir, mas é bem enjoado se precisar ativar e desativar com frequência. A 2 é relativamente simples também, pois você pode usar o microg pra enganar os apps, ou simplesmente instalar o play services se não tiver preocupações d eprivacidade. O 3 já vai complicando, pois tem que ir num sistema da google que não lembro e registrar seu dispositivo, e pra isso, vai precisar dos play services instalado (talvez tenha módulo magisk pra driblar, mas não mexo com magisk pra saber). No 4 já complica muito, isso aí é uma série de apis de verificação que praticamente rom customizada nenhuma passa. Tem módulos pra driblar, mas acho que não funcionam 100%. No 5 já lascou de vez pra maioria dos aparelhos, pois a maioria não permite oficialmente instalar um sistema diferente (o que é um absurdo e precisa urgentemente de uma regulamentada). Acho que só os pixel e aquele tal de fairphone permitem isso

    No geral, tem bastante banco que só verifica pelo play services (2), ou nem verifica em muitos casos (bb e nubank tenho aqui funcionando). Next já vi alguém tentar e não dar certo. Varia muito e só testando mesmo pra saber. Bom é testar primeiro com um celular antigo que esteja em desuso. A google parece querer incentivar que os apps comecem a usar essas estratégias mais avançadas de restrição, e já vi dizer que lá fora já usam, mas por aqui parece não ter essa tendência tão forte, apesar de que a porcaria do gov br já usa

    Agora que parei pra ver e sua pergunta foi bem simples, eu que me perdi aqui e falei demais, disfarça… mas vou deixar aí caso sirva de ajuda


  • Em relaçção à privacidade, no pix você tem a empresa do seu banco, a do banco recebedor e o banco central com informações da transação. Com cartão, é a empresa do cartão, seu banco, a empresa da máquina de cartão recebedora e ainda o governo, pois as empresas prestam conta. Com cartão internacional, seria o banco seu, a empresa do cartão, da maquina, 2 governos e talvez uma intermediadora. Só teriam mais entidades com seus dados, e não menos.

    Privacidade mesmo, só com dinheiro em espécie no seu bolso

    Em relação a imposto, não há previsão nenhuma de impostos sobre transação pix. Por que pagar taxas a várias empresas intermediadoras pra fugir de um imposto hipotético que possa vir a existir num futuro não próximo?










  • Infelizmente, no instituto federal daqui, o povo tá cagando pra soberania. Já tentei ter essa conversa várias vezes, mas acham que pagar plano da google pra ter meet e docs pra todo mundo é a melhor coisa, e que a gente tem mesmo que gastar fortunas pra publicar em certas revistas.

    E sobre ia, o povo aqui tá alucinado. Estão deixando de incentivar ótimos projetos de pesquisas climáticas, processamento de dados, instrumentação inteligente, gestão integrada, etc pra investir todos recursos em projetos “de ia” que sequer possuem fundamentação teórica.

    Estou muito desanimado com tudo isso. Espero que em outras instituições estejam fazendo o oposto. Inclusive, penso que essa onda de ia é um dos piores atentados já feitos contra o desenvolvimento tecnológico do terceiro mundo, porque a gente não tem dinheiro e recursos pra investir em meras apostas e deixar de investir em coisas que nos dariam retorno garantido, com embasamento.